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segunda-feira, 25 de maio de 2020

O que eu quero antes dos 30 - 2 anos depois

Há pouco mais de 2 anos eu e uma amiga escrevemos o que desejávamos ter ou fazer na vida quando chegássemos a casa dos 30 anos. Pois bem, hoje estamos na casa dos 27 e, revendo a lista vi que muita coisa mudou, muitas coisas não realizei e outras não são mais prioridades. Fiquei pensando como as coisas mudam e a gente ainda assim tenta planejar e com prazo de realização. A realização pode vir de imediato ou tardiamente, agora acredito que tudo esta de acordo não com nosso pensar mas com a intensidade de nossa fé e perseverança em vários aspectos além do simples querer.
Diante de tudo isso fiz uma nova lista, dessa vez sem prazo e mais realistas (suponho)
Vou deixar registrado aqui para reler futuramente:

01 - Confiar cada dia mais nos planos de Deus
02 - Conseguir pagar minhas contas sem sofrimento
03 - Me organizar para ter lazer em doses necessárias para os dias e semanas
04 - Fazer uma boa viagem anual
05 - Abraçar mais e sempre
06 - Casar e conviver de forma harmônica com nossas diferenças e desafios
07 - Apoiá-lo e encontrar apoio nele
08 - Manter minhas amizades sempre fortes
09 - Está sempre bem para ajudar os outros, mas ter contar com quem contar quando não estiver bem também
10 - Pensar em Iniciar um mestrado
11 - Encontrar na família muito mais harmonia que desavenças 
12 -Trabalhar para ter minha casa cada vez mais aconchegante
13 - Estudar mais e sempre aquilo que gosto e acredito
14 - Escrever mais e colocar isso como um exercício diário, para quem sabe algum dia, fazer um livro

Pensei em mais itens mais seria redundante, tudo em essência esta ai. É  fixo? Não, nunca é.

domingo, 9 de dezembro de 2018

A primeira vez com ele

"Já faz um tempo mas eu gosto de lembrar" 

Depois que transei primeira vez, esse trecho de "Não é sério", do CBJr., nunca mais foi o mesmo para mim, pois me remete àquela noite que eu gosto de lembrar. Aquela...
Estávamos junto há um tempo e eu já o queria mais para além dos beijos. Ele, queria bem mais que eu, porém era paciente e compreensivo, respeitando meu tempo. Eu pensava vez ou outra como seria, o quanto eu queria e o quanto poderia ser bom apesar de todas avisarem que era ruim a primeira vez, porque doía, contando suas experiências. Sim, não era só a primeira vez com ele, era também a primeira vez na vida!
Apesar de toda pressão que há sobre esse assunto tão polêmico e que deveria ser pessoal, eu estava tranquila. Ciente da possível dor eu não me "traumatizaria", nem iria com receios, "moça, só relaxa e..." vocês sabem.
Lembro bem desse dia: Eu coloquei aquele vestido canelado com listras que me veste bem apesar de estarem dispostas na horizontal (todo mundo sabe que engorda, mas eu estava plena mesmo assim), um sapato confortável, fiz uma maquiagem leve e amadora (ler-se batom e rímel) e arrumei a mochila: Nela estavam alguns itens de trabalho para realizar o atendimento agendado para o fim de tarde e o necessário para dormir fora, afinal, seria noite das meninas e assim que acabasse de trabalhar ia para a casa de uma delas para uma super noite de pizza, vinho, música, conversas e gargalhadas. E assim aconteceu.
A pizza estava ma-ra-vi-lho-sa! Para quem tinha trabalhado a tarde toda e pode desfrutar de uma bela massa com bordas recheadas... não tinha preço! A conversa, nem se fala, sempre é uma delícia estar com elas que tanto me fazem bem. O riso é sempre certo nos nossos encontros, mesmo que comece com frustrações o desabafos. Ah e claro, o vinho sempre será uma ótima pedida para nossos encontrinhos, mesmo que uma delas não beba.
Não lembro se foram uma ou duas garrafas mas sei que postei fotos, vídeos, em todas as redes sociais (coisa que eu nem costumava fazer, vale lembrar) fiz chamadas de vídeo... tudo que atestasse que eu estava ali, para poder fugir em paz, caso eu assim decidisse fazer.
Aproximando-se da meia noite alguém falou em ir para uma balada, acho que foi o irmão da amiga-anfitriã da noite. A possível balada seria numa região mais central da cidade, um tanto longe de onde estávamos. O povo começou a se animar, menos uma que teria aula no dia seguinte. Ai eu pensei "Que tal hoje?" Sim, eu havia decido e ele obviamente não acreditava nenhum pouco que eu iria para lá. A anfitriã e seu irmão já estavam prontos para pedir o uber, a moça da aula decidiu que ficaria lá mesmo para ir cedinho para a aula, dispensando a balada e eu disse que ia para a casa dele. Todo mundo ficou sem entender, porque eu disse do nada. O irmão da amiga ficou dizendo coisas do tipo "Que namorada massa, indo uma hora dessas pra casa do cara" e as meninas um tanto chocadas pois sabiam que eu nunca tinha feito isso e estava muito tranquila e decidia pelo mesmo motivo. Por volta das 2h pedir um uber para minha amiga e seu irmão irem para a balada e a amiga que ficou em casa pediu um uber para eu ir para a casa do sortudo da noite (nada de deixar rastros da fuga. Garota esperta.). Entrei no  uber e segui conversando normalmente, não me importando com os fatos que geralmente me preocupariam: (1) estar num carro sozinha com um desconhecido, (2) estar num carro sozinha com um desconhecido na madrugada e (3) estar num carro sozinha com um desconhecido na madrugada indo para um lugar que eu nunca fui. É possível que o álcool tenha dado uma dosezinha de coragem? Sim, é possível mas, até aquele momento eu não estava arrependida.
O motorista era um cara romântico e foi o caminho todo me contando a sua história de amor com sua esposa, desaprovada por seus pais. Mostrou-me fotos do filhinho deles e foi muito gentil por toda a viagem, que era um pouco longa mesmo sem trânsito e passando por todos os sinais. Deu até para apreciar a cidade: tranquila, iluminada na maioria dos trechos que passamos, pude notar algumas placas e fachadas que nunca tinha visto até então, mesmo já tendo passado por boa parte do caminho, coisas da nossa vida corrida. Ao me aproximar do destino final nos perdemos e isso me deixou um tanto preocupada, afinal, eu não estava num bairro tranquilo. O sortudo estava no meio da rua, aposto de incrédulo e assim facilitou o término da viagem. Cheguei, é isso.
Ele pegou minha mochila e entramos. Não dava para ver muitos detalhes mas uma espécie de vila, com alguns carros estacionados ali onde parecia uma ruazinha sem saída. Subimos vários lances de escada até chegar na varanda dele, que era bem arejada. Tinha uma lavanderia e um lugar para armar rede. Parecia ser um espaço bom para churrasco e reuniões reservadas. A porta era de vidro e havia uma pequena antessala. Subindo um degrau tinha-se a cozinha e depois, a suite. Coloquei minha mochila numa mesinha, avisei as minhas cúmplices que havia chegado bem e fui ao banheiro lavar as mãos para tirar as lentes. Feito isso, ele não perdeu tempo e começou a me beijar. Quando vi já estava deitada, e enquanto ele subia em mim, aquele calor subia junto. Meu vestido, pobre vestido, já estava amarrotado e eu só pensava em como ficaria mais confortável sem ele. Concordamos então o tirei. Enquanto tirava pude notar rapidamente que havia uma tevê ligada e que tinha um filme passando, perguntei qual era e comecei a rir ao notar que estava em outro idioma, mandarim  se não me falha a memória. Não lembro qual filme era mas acho que gostaria de assití-lo só para saber se era melhor do que o que estávamos fazendo ali. Duvido.
Ok, então, depois de nos livrarmos das roupas tão desnecessárias ali, ele me mostrou o quanto a boca dele pode ser boa quando usada para outras coisas além de falar e beijar minha boca. Ganhei beijos no pescoço, costas, barriga, pernas... Onde você imaginar e tudo era bom. Vez ou outra ele perguntava porque eu estava rindo, ora era porque estava bom e outras vezes por cosquinha (igualmente bom), eu estava feliz ali. Chegada a temida hora eu comprovei: sim, dói, mas nada de desistir. Eu fui lá para isso mesmo, certo? Pois bem, mostre que você é decida, garota! 
Ele tentava ser delicado e dizia coisa que me acalmassem mas eu sempre fui desbocada e dizia "C@r@lho, isso dói" e ele, na tentativa de amenizar minha tensão todo sem graça disse "tá, mas é um" eu, com toda minha delicadeza meio que gritei que, iria dar um "consolo" para ele de presente para ele saber como doía uma coisa dessas num lugar inexplorado. Ele teve crise de riso, eu tive crise de riso e a gente quase parou de tanto rir. Mas não paramos. Confesso que fiquei surpresa com o tanto de sonoplastia que proporcionei e com o volume também (por sorte não eram meus vizinhos).
Rimos a noite toda. Estava alvorecendo quando fomos tomar banho juntos para poder dormir. Acordei poucas horas depois, dentro do abraço dele, numa conchinha. Não imaginei que dormir junto seria bom, mesmo me mexendo muito consegui dormir bem (por sorte foi só o começo de nossas conchinhas).
Ao amanhecer, comemos alguma coisa e ele foi me deixar na parada. Peguei o ônibus errado, para variar e inventei uma história para justificar minha decida numa parada nada a ver. Cheguei em casa moída, da caminhada e da noite. Dormi logo e acordei com ele já na porta lá de casa, fingindo estar me vendo só agora. Cara de pau, não sei quem de nós dois era o melhor ator.
Sim, mesmo sendo a primeira vez, eu aproveitei a viagem, "cheguei lá" e depois disso as coisas só melhoraram, a cada dia que passa a gente descobre algo novo, testa e se diverte. Hoje em dia não é só transa, também tem amorzinho, sexo selvagem, sexo acrobático, para fazer as pazes... Podemos ter nossas brigas e divergências mas, nesse aspecto... sempre nos demos bem. E é bom lembrar de como tudo começou: foi um momento louco e de muita coragem por me aventurar noite adentro saindo de outra ponta da cidade, de muito riso, companheirismo e amor. Foi uma coisa beeeem aquariana? Foi.
Foi tão leve quando eu gostaria que fosse e, mesmo que terminemos algum dia, o que espero que não aconteça, eu sempre terei esse sorrisão no rosto quando lembrar da primeira vez com ele.



Esse é um texto da série que faço com a Liz, onde escrevemos o mesmo tema sob a perspectiva de cada uma. Para ler o texto da dela clica aqui.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Adulteci?

A palavra é nova, o corretor do google não reconhece mas o significado não é difícil de imaginar. Em essência a maioria das pessoas acima de 20 anos, entende.

Adultecência é uma fase da amadurecência que vem depois da adolescência, compreendeu? Parece nome de doença, mas não é. Adultecer significa acordar já pensando no almoço e já ir tirando algo para descongelar porque o dia vai ser corrido; é sentar para calcular as contas do mês, fazer planilha e planejar a semana; é acordar uma hora mais cedo para escrever um texto como esse e ainda tomar café durante o processo para não se atrasar; adultecer significa que, não importa o quanto você chore, mês que vem as contas chegarão, bonitinhas como sempre.

Eu adulteci? Sim, e foi tão natural que mal me dei conta. Custei a entender que isso chegaria e depois que era real, que almejei isso minha infância inteira e agora uma das minhas metas e ter uma casa ampla e planejada com um jardim e varanda gourmet.

Adultecer é compreender os esforços dos nossos pais, é valorizar as coisas pequenas não pelo valor em si mas pela representação dos nossos esforços. Se orgulhar de um carro velho ou apartamento pequeno? Só entenderão os que sabem quanto custa cada horinha trabalhada num mês.

Mas calma, adultecer não é só labuta, desculpa me expressar assim. Também tem várias partes agradáveis, a maioria na realidade é boa. Liberdade para fazer escolhas de acordo com o quanto você está disposto a se esforçar por aquilo, encontrar paz em uma tarde para hobbies ou em ouvir uma musica boa, cozinhando na sua casinha que tem sua cara. É uma delicia saber que os esforços até aqui lhe proporcionaram momentos assim, de alegria e plenitude, momentos que só lhe resta o sentimento de gratidão à tudo, inclusive aqueles perrengues para ir para a faculdade em dia de chuva e perder o ônibus, ou chorar por uma nota baixa, ou ter que aguentar aquele colega de trabalho chato.

Adultecer é atingir uma maturidade que te permite aproveitar mais a vida, a vida que construiu para si e se alegrar com cada pedaço dessa construção.

Não posso negar que foi e ainda está sendo ralado, tem dia que eu só queria sentar na frente da tv e assistir desenhos, mas não consigo imaginar alcançar o que tenho e ainda quero ter sem essa maturidade que venho conquistando. Na real só consigo agradecer por ter chegado até aqui bem e disposta a continuar em ascensão. Rumo a melhor idade!

(Ó Pai, agradeço por me permitir crescer à tua sombra, de acordo com seus planos que sempre são melhores que os meus [não canso de repetir]. Posso não ser filha mas sou uma criatura muito obediente. Obrigada!)


quarta-feira, 11 de julho de 2018

O abraço dele

Há tempos quero escrever sobre esse que considero um tema muito importante. Sempre que eu o encontro, o abraço apertado e as vezes ele fica sem entender o porquê, fica preocupado achando que tô chorando desesperada ou coisa assim, mas não (nem sempre, pelo menos) é só porque eu gosto do abraço dele.
A gente mora longe e isso por si só já é motivo suficiente para abraçar apertado, de olho fechado quando encontra, mas acho que entendo o motivo da surpresa dele quando isso acontece. Quando nos conhecemos eu não era essa pessoa que agora escreve, acho que ontem mesmo eu não era essa, pois evoluo dia a dia. No início eu era uma pessoa muito desprendida, do tipo que acha que nunca vai se apaixonar ou desejar tão desesperadamente ter alguém por perto, um alguém específico, ah menina boba!, só achava mesmo. Hoje sente, sente tanto que quando encontra tal alguém, não solta.
Amo tanto abraçá-lo! Abraço quando o encontro, quando estamos dormindo, quando ele esta fazendo o almoço, no supermercado, parada de ônibus... Não sou louca mas, em minha defesa, ele tem um abraço com cara de casa, entende?!
Ao abraçá-lo eu sinto coisas tantas coisas boas que nem minha melhor descrição seria fiel ao que sinto: uma paz ao ouvir os batimentos dele (vantagem de ser uma pessoa compacta), conforto (ele é macio), uma paz tão grande que as vezes da vontade de chorar, como se eu tivesse andado muito e já perdido a esperança de chegar, então cheguei, entende? Como se eu ansiasse por esse momento a minha vida toda, mesmo que só tenham se passado algumas horas que o vi. Nesse mesmo abraço sinto segurança acolhimento, amor. São braços quentes que quero que estejam ao meu redor o máximo de tempo possível. Quero tanto que mesmo quando brigamos eu o puxo para perto de mim e enlaço os braços a minha cintura, mesmo dormindo eu o quero perto, quero o abraço, quero estar no meu melhor lugar, minha casa.

domingo, 24 de junho de 2018

Ela e Eu por mim



É engraçado como começou isso tudo. Lembro que a conhecia da escola e até estudamos numa mesma turma por vários anos e, mesmo tendo amigos em comum e frequentando os mesmo lugares, só nos aproximamos no último ano da escola e isso só cresceu quando acabou, o que também é curioso já que a tendência é se afastar depois que a rotina muda, os hábitos, ares. Mas nós não, somos do ar e isso nos une, quero dizer a astrologia foi um dos assuntos que nos trouxe para perto uma da outra, assim como música, vinhos, escrita, livros, mar, fotos, crises existenciais e conversas profundas noite a dentro. 
Na escola não éramos amigas. Ela era do tipo popular enquanto eu tentava passar despercebida, mas confesso que sempre achei que seria uma amizade interessante porque eu curtia as ideias dela, a vibe. Ela parecia ter uns pontos de vistas mais elaborados que o resto da turma e dava para imaginar as conversas indo longe a partir daquele ponto. Hoje em dia somos amigas do tipo “muito amigas”, do tipo que conversa sobre cada acontecimento relevante não importa o dia nem a hora. Do tipo que eu considero a voz dela como a da minha consciência e, se eu tiver meio desorientada falo com ela, o que ela aconselhar eu faço sem questionar o que é interessante porque sou do tipo rebelde e questionadora, mas não com ela. Por que eu confio, sabe? Acho que ela me conhece como poucas pessoas, pois tem uma sensibilidade aguçada (acho que é esse Marte, mercúrio...) tem interesse. Ela funciona como um diário que fala e anda, qualquer coisa de mim, acredite, ela sabe. E minhas viagens, ela entende (nem eu sei como, já que nem sempre eu mesma entendo).Mesmo com a rotina diferente, mesmo com profissões diferentes e morando e cidades diferentes, somos amigas-irmãs.
Da escola para cá muita coisa aconteceu, muita coisa mudou. Hoje eu consigo ser mais aberta, sincera, contar mais com as pessoas. Hoje eu a vejo feliz apesar dos perrengues, vejo a mulher forte, que ela sempre foi, enfrentando um leão por dia e rindo. Vejo ela ficar cada vez mais serena e em paz com sua espiritualidade e é feliz ver isso pois eu acompanhei uma parte de seus obstáculos até aqui, e sei que não foi fácil. Espero estar presente em mais momentos, seja para comemorar ou para consolar, chorar junto, porque somos assim: estamos e somos uma para a outra, não importa o dia ou hora.
Gratidão a Deus e a vida por ter alguém assim no meu caminho, na minha história. Amo você, viu?! 💗
O outro texto, na versão dela, está aqui!

P.S.: Amiga, desculpa a demora, no WhatsApp o porquê.
P.S 2: Sou muito sem jeito para falar de mim, cês entendem, né?!

terça-feira, 19 de junho de 2018

Variações do mesmo tema

Ooooi!

A partir de hoje estarei alimentando um novo marcador Variações do mesmo tema em conjunto com a Liz, do Fazendo Morada
Funcionará assim: Escolheremos títulos/temas para escrevermos, cada uma a partir de seu ponto de vista, sem muita conversa a respeito previamente, e depois colocaremos o link do texto da outra nos comentários, assim podem ler um e em seguida já ver o próximo. Nossa intenção é comparar nossos pontos de vista, não de forma competitiva para ver quem é melhor ou pior e sim para visualizar as diferenças de acordo com a história e experiências de vida de cada uma porque, ter a mesma idade, nascer na mesma cidade, ter amigos em comum, gostos comuns, signos do ar e etc, não é suficiente para prever certos posicionamentos a respeito de algo.
Então é isso, espero que esse marcador seja muito alimentado e que sempre seja uma experiência interessantes descobrir coisas novas, tanto em mim quanto nela.

Ótima leitura a todos, ótima escrita para nós!


sábado, 24 de fevereiro de 2018

O que eu quero antes dos 30

A ideia veio de uma amiga e eu me empolguei na hora com a pergunta, primeiro porque eu gosto de pensar na vida, traçar metas, planejar. Segundo por que amo listas. Então, vamos?
Quantas vezes na vida perdemos uma oportunidade por não estarmos prontos para ela? Traçar metas é mais que sonhar, é dá subsidio aos sonhos para que eles sejam projetos. Projetos realizáveis. E eu amo isso. Amo ter uma lista de coisas tracejadas por já ter realizado, cumprido e é por isso que estou sentada aqui agora, para traçar alguns planos para os meus próximos 5 anos. Graças a Deus, já alcancei algumas coisas que eu queria para minha vida quando mais nova, então acho que estou no caminho.

Em 5 anos quero:
- Estar concursada;
- Ter meu próprio negócio;
(com esses dois já dar para ter a sonhada estabilidade financeira, né?!) 
- Fazer meu curso de microfisioterapia;
- Fazer cursos na minha área, pelo menos um por ano;
- Mais uma pós graduação ou mestrado;
- Ter minha casa/apartamento projetado, com móveis sob medida, varanda com plantinhas, piso porcelanato, uma adega com os mais variados vinhos, cozinha com cooktop e panelas antiaderentes da polishop kkkkk, tudo bem lindo *-*;
- Fazer viagens para lugares novos, uma ou duas vezes por ano e pelo menos uma grande e inesquecível viagem;
- Aprender idiomas. Português e mais um ou dois (Não me julgue! Vai dizer que sabe usar aquelas orações subordinadas?! Seeeei...)
- Estar no casamento das minhas amigas, se possível como madrinha;
- Casar? Será? Pode ser, né?! É uma boa ter alguém por perto para dividir a vida
- Ser mãe de uns 3 ou 4 bebês de 4 patas *-*
- Falar nisso... ser mãe já não me parece algo tão absurdo, mas veja bem, realmente não é uma das minhas metas de vida, eu já falei sobre isso aqui. Porém... Se algum dia eu ficar doida e tiver um, que seja antes dos 30, ah! e ele(a) não poderá ser filho(a) único(a), porque acho crianças assim muito sós e ter irmãos é uma verdadeira benção por inúmeras razões.
- Me envolver ativamente em algum projeto social, tenho algumas ideias já mas não defini bem ainda, espero firmar e executar as ideias até os 30.
- Escrever e publicar um livro, nem que seja uma tiragem baixa, só pros meus fãs de carteirinha (ler-se amigos e família).
- Poder olhar essa lista e ver os itens riscados por estarem cumpridos.

É isso, vou ficar voltando aqui de vez em quando para rever os itens e se possível marcar como feito. E você, o que quer antes dos 30?

segunda-feira, 29 de maio de 2017

O bem que vem do outro

Oi, olha como a vida é zueira, te faz sorrir mesmo quando as coisas não estão favoráveis. Ontem eu tava meio bad por causa dos meus olhos aí hoje fui fazer uma visita e a mãe do paciente pediu para tirar uma foto minha para mostrar a netinha o quanto meu cabelo era bonito. Depois do atendimento essa senhora foi me acompanhar até a meu trabalho; no caminho um senhor me parou e disse "moça, deixa eu te pedir um favor, do fundo do meu coração?" Eu pensei que era sobre atendimento ou coisa do tipo, mas aí ele continuou "... Nunca alise seu cabelo, ele é lindo, muito bonito... Você é! Hoje em dia tanta gente com cabelo alisado, tanta gente querendo ter um cabelo assim e não pode...". No trabalho uma das colegas pede para eu trocar de cabelo com ela. 

Coisas da vida, os olhos não estão lá essas coisas mas o cabelo tá numa fase boa.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Quando as estrelas se alinharam

Sim, faz tempo que não escrevo.
Não, não estou com tempo livre, mas quero escrever mesmo assim.
Sim, eu arranjo tempo quando quero.

Resultado de imagem para astrologia tumblr

Lavando a louça eu penso em tanta coisa! Esses dias mesmo estava lembrando de algumas situações e conversas e me veio o conteúdo desse texto-conversa. Sei lá, é tão engraçado como nos aproximamos de pessoas e como mantemos o contato apesar de todas as agendas e estilos de vida. Para hoje tenho uma história engraçada.
Não lembro mês ou ano, mas eu tinha passado a tarde na casa de uma amiga conversando muito, ela me acompanhou metade do caminho de volta para minha casa e, no ponto final, paramos e ficamos conversando mais e mais. É sempre assim, se deixar a gente conversa por hooooras e nem sente, flui bem, tanto as ideias quanto as viagens. Lembro que no meio dessa conversa fomos parar nos signos e eu, que sempre gostei muito, falei sobre ascendente, lua, mapa astral... BUM! Foi o suficiente para arranjamos uma forma de "endoidarmos" mais.
Desde criança sempre gostei de coisas exóticas: quiromancia, astrologia, grafologia, linguagem corporal, (sabe como é, meu aquário comporta muita coisa) esse lance todo de auto conhecimento, interpretação de tendências e traços de personalidade são assuntos que me fascinam há tempos mas nunca me aprofundei em nada. Até aquele dia.
Pouco tempo depois já fizemos o mapa dela e encontramos muitas semelhanças com o meu mapa. Começamos a estudar e logo esse virou um tema fixo nas nossas conversas, pessoalmente ou online e era muito bom porque nessas conversas acabávamos falando mais e mais e assim nos aproximando, nos conhecendo (nunca se conhece alguém completamente, não importa o tempo que se conheçam). Um dia, reunidas com outras amigas dos tempos de escola, alguém entrou no assunto astrologia, e eu lembro que tentei não ser a louca dos signos, mas não tinha mais jeito, eu era. E descobri que todas eram! Como é bom encontrar pessoas para viajar nas ideias com você. Por mais que pareça absurdo eu gosto de pensar que os astros podem me mostrar alguma coisa, algo "escrito nas estrelas", sabe?! Gosto disso.
Logo criamos um grupo via WhatsApp e quando possível nos reunimos também (o que é raro, com as vidas corridas - todo mundo correndo atrás do seu crescimento e desenvolvimento no mercado de trabalho, aliás, na vida). Temos uma agenda de estudos astrológicos e, de verdade, eu jamais imaginaria que me aproximaria tanto de vocês, depois de tantos anos, através da astrologia, sério. Posso contar a história de cada uma de vocês na minha vida? (Dãã, claro que posso! O texto é meu), vou seguir a ordem cronológica e não darei nomes para manter o perfil anônimo da página.
(Corta, estou com preguiça. E nem sou obrigada.)
De modo geral todas nos conhecemos na escola: uma no fundamental I, e as outras duas no II. Engraçado que durante toda a fase escolar eu era bem próxima de uma, me afastei um pouco de outra e mal tinha contato com a terceira. Já na faculdade, mantive o contato com a primeira, me afastei ainda mais da segunda e incrivelmente me aproximei bastante da terceira (hoje, inclusive, é uma das minhas melhoras amigas). Com a descoberta dos nossos interesses por astrologia nos aproximamos significativamente e voltamos a fazer parte da vida e dos dias uma das outras. Nunca mais fomos as mesmas Astros fazem parte de um dos assuntos, mas através deles pudemos compartilhar nossas histórias engraçadas, neuras e frustrações, nos fizemos amigas novamente e isso, em tempos de hoje, é incrível!
Se eu passasse cada segundo do ciclo de Saturno agradecendo por tudo que tenho, seria pouco. Sou extremamente grata, entre outras coisas, por estarmos alinhadas, assim como nossas estrelinhas e por podermos aprender juntas, seja sobre astros, nós, nossos boys ou sobre a vida. Agora eu sei o que significa uma vênus em áries ou aquário, uma lua em câncer e um ascendente em capricórnio, coincidentemente (ou não) agora entendo um pouquinho mais sobre vocês também.
Estamos juntas (em movimento direto), ainda que a lua esteja em leão, que a Vênus ou Mércurio estejam retrógrados ou algum planeta em Peixes; ainda que a vida seja zueira, mesmo que sem tempo e "adultecendo".

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Amor, humor e paciência

Hoje, contei para algumas amigas que, oficialmente, estou namorando. Não que não já estivesse, só não tinha nome ainda. Elas estavam mais empolgadas que eu e acabaram dando algumas dicas sobre relacionamentos. E todas poderiam ser resumidas em três palavras: amor, humor, paciência.
Eu me considero uma pessoa paciente, divertida e até fofa mas nunca juntei isso tudo num relacionamento. Na verdade eu não encontrei a mescla no ponto, sabe?! Resolvi tentar de novo, vai que o tempo tenha me melhorado, né?"
Acho que essas três palavras sintetizam bem o essencial num relacionamento. Claro que há outras coisas que também são muuuito importantes mas, sem essas, acho que não dura não. Pessoalmente falando, acho que a paciência é o mais importante, pois para estar em um relacionamento, seja romântico ou mesmo profissional, temos que nos adaptar aos hábitos, costumes e defeitos do outro. As vezes eu não compreendo a mim, avalie o próximo! Paciência é um exercício diário, se ela não existe a vontade que dá é de jogar tudo pro ar e dizer "Cara, isso não é para mim, vou ali procurar alguém mais simples. Sorte ai". Inclusive já falei essa frase, mais de uma vez haha e o outro, meu par, foi a paciência em pessoa com meu jeito impaciente de ser quando o assunto é relacionamento. Tentar ser mais paciente, relevar algumas coisas, dialogar mais tem me ajudado a ser alguém melhor, mais compreensiva. Eu gosto dessa versão de mim que vem se moldando e querendo ou não, ele tem me ajudado nisso.
Humor, aaah, como é bom rir! Riso deixa a vida leve, ameniza dores devido a liberação de hormônios de bem estar, a ciência comprova (mas nem precisaria né?! se você já esteve em um roda de amigos, certamente comprova o bem estar advindo do riso). Rir para mim, é a solução de 80% dos problemas, não que resolve, calma, mas ele nos tira do pensamento negativo que bloqueia as ideias boas, as possíveis soluções. Rir é vida! Ambiente de trabalho, casa, relacionamento... sem uma boa dose de humor diária nos mata lentamente. A vida corrida nos priva de muita coisa, nos consome e a gente entra no piloto automático esquecendo de viver. Rir nos tira desse ciclo vicioso da rotina. Nos lembra que a vida é mais que esse feijão com arroz insosso que a gente insiste em comer porque é prático. Ter alguém do seu lado para rir junto, te fazer rir, rir de você, ah rapaz, é um verdadeiro presente! Por mais que o dia seja cansativo, depois de uma boa gargalhada os problemas vão até parecer pequenos.
E o amor? Ah, o que falar sobre ele?! Eu não sei definir. Ouvi uma música que dizia que o amor é a estrada em que o sonho acontece. Achei isso tão bonito que guardo em mim desde então. O amor não se define, nem se explica mas há várias formas de ser amor, de sentir amor e de cultivar amor. Esse tal amor, a meu ver, pode estar presente desde o começo ou ir nascendo aos poucos, como um brotinho.
Amor, humor e paciência formam a tríade da boa convivência, aquela que dura e é boa, sabe?! Eu nunca tentei em um relacionamento mas acredito nas minhas conselheiras e também acredito piamente que esses três juntos nos levam bem longe, talvez onde eu nunca cheguei.